O mais que anônimo anda pelas antologias e viveu no Egito vinte séculos antes de Cristo. Certo, dia, a essa distância de quarenta séculos, alguma coisa lhe aconteceu, profundamente desesperadora. E apenas a morte lhe pareceu boa, bela e feliz. E escreveu, o mais que anônimo, um poema imortal.
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